Gadini promete abrir mão do salário e reinvestir valor na cidade

Ponta Grossa

19 de outubro de 2020 18:20

Dhiego Tchmolo


Relacionadas

Eleitores de PG começam a ir às urnas

Três pessoas são mortas a tiros na região do Cará-Cará

Saiba o que é permitido e proibido neste domingo

Antes de sair de casa, consulte seu local de votação
Barroso pede que eleitores não deixem de votar
PG vai às urnas para escolher entre Mabel ou Elizabeth
Pandemia impede que 9,5 mil ponta-grossenses votem
Ao não receber o salário de prefeito, o candidato do PSOL calcula uma economia de cerca de R$ 1,2 milhão Foto: Divulgação
PUBLICIDADE

Candidato do PSOL à prefeitura assume o compromisso de abdicar o salário mensal de prefeito e continuar com a carreira de professor

Único candidato a se comprometer a abdicar do salário de prefeito, se eleito, Professor Gadini defende uma política solidária sem espaço para “carreirismo político e perpetuação de famílias no poder” com uma economia que deve ser destinada aos caixas públicos a fim de impulsionar outros investimentos urgentes em Ponta Grossa.  

“Como Servidor Público Estadual, devo manter salário como professor e não preciso de salário de prefeito, caso eleito. Assumo esse compromisso, porque não quero e não defendo a reeleição e nem a perpetuação em cargo. Em uma política humanizada e verdadeiramente voltada à população, não há espaço para carreirismo político”, explicou Gadini. 

Ao não receber o salário de prefeito, o candidato do PSOL calcula uma economia de cerca de R$ 1,2 milhão para a cidade, dinheiro que garante, por exemplo, “no mínimo, a contratação de dois médicos em postos de saúde ou de quatro professores de 40 horas nas escolas públicas do município”.

De acordo com Gadini, o valor economizado será investido em áreas estratégicas e carentes do município e dependerá de uma conversa com população.

A proposta gerou dúvidas entre eleitores e vem sendo discutida pela campanha do PSOL nas redes sociais, espaço onde o partido avança em produções midiáticas, já que tem apenas 23 segundos de horário eleitoral em TV.

“Nossa equipe de voluntários e especialistas do partido está fazendo cálculos que compõem um diagnóstico completo que nos indica quais os setores estarão mais carentes de investimentos em uma primeira fase de governo. Nós estudamos e vivemos o município, por isso sabemos exatamente por onde começar a mudança”, destacou Gadini.

Em uma segunda fase de implantação, a proposta do Professor é estruturar um conselho participativo, onde os moradores de Ponta Grossa devem atuar como fiscais do dinheiro público e indicar setores ou entidades carentes que precisem de investimentos para impulsionar projetos integrados na cidade.

“Algumas pessoas me perguntam como vou estipular quais os setores que receberão o dinheiro. É simples. Prioritariamente, saúde e educação precisam de mais servidores públicos em bairros. Em seguida, vamos estruturar um plano de investimentos para o salário de prefeito que será aplicado junto com representantes da população”, finalizou.

Professor Gadini defende e garante uma gestão participativa junto aos moradores de todos os bairros de Ponta Grossa, o que vai proporcionar a gestão transparente e honesta do dinheiro público.   

Informações da assessoria de imprensa.

PUBLICIDADE

Recomendados